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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
POR QUE EXISTE O SOFRIMENTO?
Muitas pessoas veem os resultados do mal,com suas misérias e desolação,e questionam como pode existir no reino de um Deus infinito em sabedoria,poder e amor.Aqueles que estão dispostos a duvidar,utilizam isso como descupa para reijeitar os ensinos da Bíblia.A tradição e a interpretação errônea têm obscurecido o ensino da Bíblia sobre o caráter de Deus,a natureza de Seu governo e a maneira como Ele trata com o pecado.
È impossível explicar a origem dos sofrimentos humanos de modo a dar razão de sua existência.Apesar disso,pode-se compreender o suficiente sobre a origem e término do pecado,a fim de que seja percebida a justiça e bondade de Deus.Ele não é,de modo algum,o responsável pelo surgimento do pecado.Ele não retirou arbitrariamente Sua graça,nem houve qualquer imperfeição em Seu governo,para dar motivo á rebelião.O pecado é um intruso,e não pode ser oferecida razão alguma para sua existência.Desculpá-lo significa defendê-lo.Se fosse possível encontrar uma justificativa para ele,deixaria de ser pecado.O pecado é a atuação de um princípio contrário á lei do amor,que é fundamentado do governo divino.
Antes da manifestação do mal,haveria paz e alegria por todo o Universo.O amor a Deus era supremo,e era imparcial o amor de uns para os outros.Cristo era um com o Pai em natureza,caráter e propósito - o único que poderia entrar nas decisões e propósitos de Deus.
"NEle foram criadas todas as coisas no céus e na Terra,as visíveis e as invisíveis,sejam tronos ou soberanias,poderes ou autoridades;todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele(Colossenses 1:16).Sendo que a lei do amor é o fundamento do governo de Deus,a felicidade de todas as criaturas dependia de sua perfeita harmonia com os princípios de justiça dessa lei.Deus não tem prazer na submissão forçada,mas concede a todos o poder da escolha,para que possam prestar-Lhe obediência voluntária.
Houve,porém,alguém que preferiu deturpar essa liberdade.
O pecado se originou com aquele que,depois de Cristo,havia sido o mais honrado por Deus.
Antes do pecado,Lúcifer era o primeiro dos querubins guardiões,santo e puro.A respeito dele,Deus afirma:"Você era o modelo da perfeição,cheio de sabedoria e de perfeita beleza.Você estava no Èden,no jardim de Deus;todas as pedras preciosas o enfeitavam[...].Você foi ungido como um querubim guardião,pois para isso Eu o designei.Você estava no monte santo de Deus caminhava entre as padras fulgurantes.Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você.[...].(Ezequiel 28:12-15,17,6).
Ao cobiçar a honra que o infinito Pai havia concedido a seu Filho,esse chefe dos anjos aspirou ao poder que pertencia somente a Cristo.
Naquele momento,uma nota dissonante desfez harmonia celestial.
Na mente dos anjos,para quem a glória de Deus era suprema,a exaltação própria era um prenúncio de grandes males.Nas reuniões celestiais,todos argumentavam com Lúcifer.
O Filho de Deus lhe apresentava a bondade e justiça do Criador e a natureza sagrada de Sua lei.Ao afastar-se dela,Lúcifer desonraria seu Criador e traria ruínas sobre si mesmo.Mas as advertências apenas despertavam atitude de resistência.Lúcifer permitiu que prevalecesse sua inveja em relação a Cristo.
O orgulho alimentou o desejo de supremacia.As honras concedidas a Lúcifer não despertavam gratidão para com o Criador.Ele desejava ser igual a Deus.Porém,o Filho de Deus era o reconhecido Soberano do céu,igual o Pai em autoridade e poder.De todas as reuniões divinas,Cristo participava,mas não era permitido a Lúcifer penetrar no conhecimento dos propósitos divinos."Por que",perguntava o poderoso anjo,"deveria Cristo ter a supremacia? Por que Ele é honrado acima de mim?".Lúcifer foi o que troce o sofrimento junto com os anjos que desobedeceram a Deus.
E vem trazendo sofrimento,angustia e destruição morte,dez de sua queda.
Todo o céu viu a justiça de Deus revelada.Lúcifer havia declarado que a raça pecadora estava além da possibilidade de salvação.Mas a penalidade da lei recaiu sobre Jesus,que era igual a Deus,permitindo ao ser humano aceitar a salvação e,através de arrependimento e humildade,trinfar sobre o poder de Lúcifer.
Mas não foi meramente para salvar o ser humano que Cristo veio á Terra e aqui morreu.Ele veio para demonstrar a todos os mundos que a lei de Deus é imutável.A morte de Cristo prova que ela não pode ser modificada e demonstra que a justiça e a misericórdia são o fundamento do governo de Deus.Pence nisto -Adriano
sábado, 1 de setembro de 2012
Deslizando sem molhar
O surf nasceu na Polinésia e tinha raízes religiosas, culturais e sociais muito fortes para os povos que ali viviam. Quando o Capitão James Cook, um navegador inglês, chegou ao Hawaii em 1778, ficou espantado com a habilidade dos nativos que deslizavam sobre as ondas com pedaços de madeira.
No século XIX, o surf foi proibido por missionários cristãos que consideravam esta atividade pagã. Até o início do século XX, o esporte permaneceu em baixa. Foi quando surgiu o "pai do surf" Duke Paoa Kahanamoku.
Até então, o mundo não tinha idéia do que era o Hawaii e muito menos, o surf, entretanto, Duke Kahanamoku utilizou sua fama para divulgar o esporte para o mundo. Ele se tornou conhecido após ser campeão olímpico e recordista mundial de natação em 1912, em Estocolmo.
Duke fez o mundo saber que ele era um surfista da praia de Waikiki, situada no arquipélago havaiano e que o surf era o ato de cavalgar nas ondas do mar. Ele sabiamente tirava proveito de sua fama, objetivando beneficiar as coisas que amava: o solo havaiano, seu povo e o surf. Ele morreu em 1968 aos 77 anos, mas até hoje, todos os surfistas lembram daquele que foi e sempre será lembrado como o pai do surf moderno.
Durante a II Guerra Mundial, no início dos anos 40, um jovem californiano chamado Robert Simmons, inventou a prancha de fibra de vidro, revolucionando o surf.
Na década de 60, na Califórnia, houve uma explosão no número de praticantes, chegando a 350.000 surfistas, popularizando definitivamente o esporte, pois com as novas tecnologias as pranchas diminuíram de peso e tamanho, apesar de ainda medirem 3m de comprimento e pesarem15Kg.
O crescimento do surf competitivo aconteceu na década de 80 acompanhado de um grande crescimento na indústria especializada, que possibilitou a profissionalização de muitos atletas, criando um circuito mundial com milhares de dólares em prêmios.
No Brasil, as primeiras pranchas chamadas de "tábuas havaianas" foram trazidas por turistas. A primeira prancha brasileira foi feita em 1938 pelos paulistas Osmar Gonçalves, João Roberto e Júlio Putz a partir de uma matéria de uma revista americana que dava medidas e o tipo de madeira a ser usada. Pesava 80kg e media 3,6m. Pouco antes (1934-1936), na praia de Santos, o americano naturalizado brasileiro Thomas Rittscher Jr. surfou as primeiras ondas do Brasil.
Em 1950, os cariocas Jorge Grande, Bizão e Paulo Preguiça, construíram uma prancha de madeira inspirados nas pranchas de balsa que um piloto de avião comercial da rota Hawaii - Rio trazia em suas viagens. Não tinha flutuação nem envergadura. Em 1963, George Bally e Arduíno Colassanti, começaram a shapear as primeiras pranchas de isopor. Com uma lixa grossa presa a uma madeira, levavam dois dias para fazer uma prancha. A referência era uma foto de revista.
Quando Peter Troy, surfista californiano vindo do Peru em 1964, chegou ao Rio de Janeiro, encontrou um grupo que já surfava as ondas do Arpoador com pranchas de madeirite que tinham desenhos e concepção totalmente brasileiros. Peter, que trazia em sua bagagem uma prancha de fibra, entrou na água e impressionou a todos com um show de surf. Esse foi, sem dúvida, o ponto de partida do surf moderno no Brasil. Peter Troy trouxe templates e noções de shapear de seu país.
Mais tarde apareceu o Suform importado, mas o bloco ainda era de isopor. Enquanto isso em São Paulo, Homero fazia as primeiras pranchas de madeira oca. Em 1965, o Cel. Parreiras fundou a primeira fábrica de pranchas do Brasil, a São Conrado Surfboard, no Rio de Janeiro.
Nos anos 70, com as mudanças comportamentais dos jovens no planeta, o surf também passou por transformações radicais ocasionadas principalmente, pela diminuição de tamanho, peso e forma das pranchas, que possibilitavam um novo enfoque na maneira de surfar.
No Rio de janeiro em 1971, um projeto de saneamento criou as obras do interceptor oceânico na praia de Ipanema, o que favoreceu enormemente o surf. O pier de Ipanema foi, sem dúvida nenhuma, uma grande escola para toda uma geração, melhorando o nível técnico do esporte no país, pois as ondas que ali surgiram tinham qualidade internacional.
Os primeiros campeonatos foram disputados em Ubatuba/SP e Rio de Janeiro em 1975. Outro fator importante para o surf nacional, foi o sexto lugar obtido por Pepê Lopes no mais tradicional evento do surf mundial, o Pipe Master no Hawaii.
No início dos anos 90, o Brasil passou a fazer parte da elite do surf mundial representado por dois atletas, Fábio Gouveia e Flávio Padaratz, que abriram caminho para outros competidores brasileiros, colocando nosso país entre as três potências do surf mundial, junto com os Estados Unidos e Austrália.
Graças à extensa costa com bom potencial de ondas, novos talentos despontam todos os dias, tornando o surf um dos esportes que mais se desenvolvem no país.
Surf – Regras Básicas
O objetivo é se manter na onda pelo maior tempo possível e explorá-la com o maior número de manobras.
Forma de disputa – os campeonatos são divididos em baterias de 4 surfistas, sendo que 2 competidores avançam para a fase seguinte.
Tempo de disputa – nas primeiras fases das triagens, cada bateria é de 20 minutos. O tempo para as baterias do evento principal é de 25 a 30 minutos.
Uma sirene é utilizada para iniciar e terminar as baterias. Um toque para iniciar e dois toques para terminar.
Máximo de ondas – haverá um máximo de 15 ondas por bateria para cada competidor, com exceção das finais, onde poderão ser surfadas até 20 ondas.
Pontuação – a maior e a menor nota dada pelos juizes a cada onda, são eliminadas, somando-se as duas notas intermediárias. Ao final da bateria, as 3 ou 4 melhores pontuações de cada surfista são destacadas e somadas. O surfista que obtiver o maior número de pontos é o vencedor.
Interferência – o surfista que estiver na parte interna da onda tem o direito incondicional de surfá-la por toda sua extensão. A interferência será caracterizada se, durante o seu trajeto, a maioria dos juizes entender que um outro competidor lesou o potencial de pontos que o surfista que tinha a posse da onda poderia obter.
Julgamento – o surfista deve executar manobras radicais e controladas nas partes mais críticas da onda com estilo, força e velocidade para aumentar o potencial de pontuação. Deverá ser levado em conta o surf inovador e progressivo na hora de pontuar a performance apresentada. Aquele surfista que seguir este critério com o maior grau de dificuldade e controle nas melhores ondas receberá as melhores notas.
Corpo de juízes – é formado por 4 ou 5 juizes que são coordenados pelo Head Judge oficial que estabelece as interpretações, tanto das regras de interferência, quanto dos critérios de julgamento e proporciona uma uniformidade na tomada de decisões de evento. O Head Judge oficial e um outro juiz nomeado podem atuar como referência no evento. Os juizes oficiais reportam-se ao Head Judge.
Corpo de juizes locais – selecionado pelo Head Judge como os melhores talentos locais para inclusão no corpo de juizes oficiais. Os juízes locais reportam-se ao Head Judge e recebem assistência dos juizes oficiais.
Tipos de Prancha
Longboard – são as maiores pranchas, medem a partir de 9". Até a década de 70, eram as mais usadas, pois são parecidas em sua forma com as primeiras pranchas. Atualmente, são as preferidas dos surfistas das antigas e de alguns iniciantes;
Gun – apesar do tamanho, esse modelo havaiano tem menos área de contato com a água do que o longboard. Tem bastante mobilidade e é bastante manobrável. Indicada para ondas grandes.
Funboard – deriva do longboard, mas é menor, em torno de 7". É a prancha preferida dos iniciantes e também uma boa opção para dias em que o mar está muito crowd, porque o surfista consegue remar e entrar na onda antes de quem está usando uma prancha pequena.
Evolution – parece com a fun na largura e na espessura, mas tem o formato da pranchinha normal, com bico mais pontudo. É uma prancha mais solta, que possibilita mais manobras do que o longboard e o funboard.
Performance/Minimodels/Pranchinhas – são as preferidas dos surfistas tops e de amadores que gostam de velocidade e muitas manobras. São as mais usadas para ondas pequenas.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Seja um Missionário
Quando os primeiros jesuítas chegaram ao Brasil, em 1549, comandados pelo padre Manuel da Nóbrega, o país era um vasto território a ser colonizado e catequizado.
Mais de quatro séculos depois, o movimento de catequese vai hoje no sentido contrário: o Brasil se tornou um significativo “exportador” de missionários cristãos para o mundo, apontam estimativas de um recém-publicado estudo norte-americano.
E isso é parte de uma tendência de fortalecimento do cristianismo no sul do planeta, enquanto a Europa caminha para a secularização, explica o autor da pesquisa, professor Todd Jonhson, do Centro de Estudos do Cristianismo Global da Universidade Gordon-Conwell.
Segundo cálculos de Johnson, havia no mundo cerca de 400 mil missionários cristãos em 2010, saídos de 230 países. Desses, 34 mil eram brasileiros – quantidade inferior apenas à dos evangelizadores norte-americanos, que somavam 127 mil.
O número de brasileiros é inédito, explica Johnson à BBC Brasil. Representa um aumento de 70% em relação ao ano 2000 (quando o país tinha cerca de 20 mil missionários no exterior) e tende a crescer.
“A quantidade de missionários enviados pelo Sul global supera o declínio (do cristianismo) na Europa”, diz o estudioso.
“No caso da América Latina e do Brasil, isso se justifica por um senso maior de responsabilidade pelo mundo exterior, pela estabilidade econômica, por suas conexões de idioma com a África e por um desejo de oferecer uma evangelização que, diferentemente da praticada pelos EUA, não carrega o fardo de invasões.”
Johnson explica que o estudo inclui todos os grupos cristãos, de católicos romanos a protestantes, pentecostais e igrejas independentes. Ele ressalta que o número é uma “estimativa aproximada”, já que muitos dos missionários não estão ligados a grandes congregações, e sim a pequenos grupos autônomos e difusos.
Vida em Moçambique
Entre eles está a família de Marcos Teixeira, 36 anos, que desde 2007 atua como missionário em Moçambique pela Igreja Evangélica Congregacional de Bento Ribeiro (RJ).
Ele contou à BBC Brasil que, nos últimos quatro anos, sua família construiu uma escola para crianças de três a cinco anos e uma escolinha de futebol para meninos de 9 a 17 anos. Eles também acompanham pacientes portadores de HIV.
Sua rotina é contada no blog familiamatriju.blogspot.com (o nome é uma combinação de sílabas dos nomes dos integrantes da família, formada, além de Marcos, por sua mulher, Patrícia, 33, e seus filhos Juliana, 8, e Carlos Eduardo, 1, nascido em Moçambique).
(Brasil cresce como ‘exportador’ de missionários cristãos, diz estudo).Evangelizadores desde 2003, Marcos e Patricia dizem que anos antes já sentiam um “chamado” para ir à África, ao ouvir notícias sobre a guerra em Angola. Também já passaram por África do Sul e Bolívia. “Ainda não fomos a Angola, mas aprendemos a amar o povo moçambicano.”
Passado colonizador
O estilo missionário da família se insere no que Todd Johnson descreve como a principal mudança no cenário da evangelização: “Antes, era uma ação que saía de um poder colonial rumo a uma colônia” – de Portugal ao Brasil, por exemplo. “Atualmente, quase toda a prática missionária não se encaixa mais nisso.”
Para Jorge Cláudio Ribeiro, professor do Departamento de Ciências da Religião da PUC-SP, as missões vão no rastro da própria imigração brasileira e latino-americana.
“Muitos migrantes latinos mantêm o catolicismo nos EUA. Em geral, (os missionários) já buscam uma comunidade específica em que atuar. Vão atrás de uma freguesia”, diz.
Mesmo no atual período pós-colonial, ele opina que as missões ainda seguem sendo uma força política, que lança mão de “enviados” para evangelizar pessoas de outras religiões. “Além disso, é uma atividade econômica, uma fonte de emprego.”
Johnson também vê laços econômicos com a atividade missionária. “Pode ser uma atividade rentável para as igrejas que estimulam as doações e para os chamados ‘grupos de prosperidade’ (igrejas baseadas na Teologia da Prosperidade, movimento que prega o bem-estar material do homem).”
Dificuldades
Para a família evangelizadora de Marcos Teixeira, porém, os recursos são escassos. “Sem (apoio) contínuo, vivemos com muitas dificuldades, tiramos sustento do que a igreja nos dá para viver em Moçambique. Muitas vezes tiramos das nossas compras para suprir as necessidades dos nossos programas, porque a maioria das crianças (atendidas) só se alimenta das refeições que oferecemos.”
As dificuldades também foram de adaptação no país do leste africano. “Quando chegamos a Moçambique, sofremos roubos, nossa casa era invadida constantemente. Deu vontade de desistir, mas sempre sentíamos Deus nos fortalecendo”, disse Marcos por e-mail.
Ele também se preocupa com o futuro da filha mais velha, Juliana, por achar a educação precária no país africano. Acha que ficará ali por mais dois anos, mas pensa em dar continuidade a seus projetos. “A maior alegria é deixar (pessoas locais) qualificadas para desempenhar o papel que a gente se propôs a desenvolver.”
Indo além do legado, Todd Johnson opina que os missionários cristãos em missão no exterior também devem respeitar lideranças locais.
“Uma área potencial de conflito é o paternalismo, a ideia de que ‘essas pessoas (locais) não são maturas o suficiente para liderar sua igreja’. É uma atitude similar ao colonialismo.”
7 Passos para vitória
Seja valente busque a vitória
1Samuel 17:23...
Quando estamos enfrentando um longo período de dificuldades, batalhas, afrontas e medos acabamos por pensar que a vida é assim mesmo e não há o que remediar. Quase não temos mais visão de vitória ou de uma opção de saída.
PASSO 1 – APRENDENDO A OUVIR OS DE FORA: Nesse ínterim, alguém de fora chega com novas idéias, perspectivas e opções para nos dar a vitoria. Então pensamos: Quem ele(a) pensa que é pra mal chegar e pensar que já tem a solução? Só eu sei o que tenho passado anos nessa situação. Muitas vezes negamos uma palavra que venha de Deus por pensar que o servo do Senhor está insensível á nossa luta! Cuidado, não perca a chance de receber ajuda do Senhor. Deixe Deus através de Seus servos te dar uma nova visão as situação. Sim, há paz, descanso e prosperidade para ti.
Descanse em Deus e permita diferentes pessoas te darem uma nova visão da situação, há esperança!
PASSO 2 – RESISTINDO ÀS CRÍTICAS: (v28) “E, ouvindo Eliabe, seu irmão mais velho, falar àqueles homens lhe acendeu a ira...” Seu próprio irmão repreendendo-lhe a fé! Às vezes quando somos ousados e cremos realmente no que a Palavra diz, costumamos incomodar os ‘irmãos’ que caminham na fé a muito tempo mas acomodaram-se e não ousam mais nada, não tem mais vitórias e há muito não mais ouvem a Deus. Eles não tomam posição na real vida com Deus ou já perderam sua fé; eles costumam se incomodar e criticar os que o fazem. Ouvir a Deus e obedecer incomoda os fracos e acomodados então, não pare quando for criticado, apenas obedeça.
PASSO 3 – (v32) SAIBA DISCERNIR A QUEM OUVIR: Temos que aprender ouvir pessoas com visão e fé em Deus. “E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu.” Ouvir gente de fé nos trará boas expectativas e alegria na direção, eles irão nos ajudar a por nossa confiança no Único capaz de ajudar realmente, Jesus.
PASSO 4 – (v33) NÃO SE DEIXE INTIMIDAAR: “Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade” – Cuidado! Eles vão tentar te fazer para a qualquer custo então não desista de sua fé nem se deixe intimidar por pessoas que até podem ser mais capacitados, estudados ou experientes que você. Deus busca gente de fé pra poder capacitar, não desista, ok!
PASSO 5 – (v34-37) LEMBRE-SE DE QUEM VOCÊ É E COMO CHEGOU AÍ: “Assim feria o teu servo o leão, como o urso; assim será este incircunciso filisteu como um deles; porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo.” De onde vem sua força? Nunca se esqueça das vitórias do passado, elas te fortalecerão nas batalhas futuras. Lembre-se que suas vitórias vieram e sempre virão de deus. Se Ele ajudou no passado, não será diferente agora, traga a sua memória essa realidade e prossiga!
PASSO 6 – (v39) TERMINE COMO COMEÇOU, EM FÉ: “E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto...” Se você começou uma ação em fé, termine da mesma forma. Algumas pessoas até começam em fé mas com o tempo aderem carnalidade e auto suficiência a suas batalhas. Não faça isso e não permita ninguém tirar você do caminho que começou.
PASSO 7 – (v41-47) O IMPORTANT É O QUE DEUS FALA A SEU RESPEITO: “o desprezou, porquanto era moço, ruivo, e de gentil aspecto.” Jesus nos disse para sermos como criança para entrar no Reino e que aparência pra Ele não conta, então, deixe falarem, o que Deus fala a seu respeito é o que importa. Ignore blasfêmias e mentiras que podem dizer contras ti, no final Deus sabe pra quem dar a vitória! “tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado.” Leve tudo a Deus, Dele vem sua vitória e força, a sabedoria e proteção não provem de estudo ou dinheiro, mas do todo poderoso.
Amados, não deixe mais que outros determinem sua vida, ande em fé e ouça a Deus. Nada é impossível para Ele fique atento, pois no meio de sua luta Deus envia a resposta, não feche seu coração.
“Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão.”
Então vença com as armas que você possui ainda que pareça pouco aos olhos humanos, nossa vitória não vem de armas, mas de Deus.
Obediência
Obediencia ainda é o tema...
Sei que obediência é um tema muito dissertado! Quase todas as semanas nossos pastores comentam a respeito dele. Para mim esse fato deve-se à importância que Deus dá a esse tema.
Ao nos convertermos aprendemos rapidamente como ‘nos portar como crentes’ :fale assim, haja assim, seja assim...
É claro que sei que a real conversão traz consigo esses atributos, não dá pra nos convertermos e continuar com as mesmas ações, entretanto a falta da comunhão com o Espírito Santo e a fácil adaptação com as regras, torna muitas pessoas mecânicas. Crentes que fazem o que ‘parece melhor’ para o momento. Pessoas que obedecem da forma que desejam, mas sabemos que não é assim.
Disse Saul: De Amaleque as trouxeram; porque o povo poupou ao melhor das ovelhas, e das vacas, para as oferecer ao SENHOR teu Deus; ... enviou-te o SENHOR a este caminho, e disse: Vai, e destrói totalmente a estes pecadores Então disse Saul a Samuel: Antes dei ouvidos à voz do SENHOR, e caminhei no caminho pelo qual o SENHOR me enviou; e trouxe a Agague, rei de Amaleque, e os amalequitas destruí totalmente... Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. I Sam 15:15-22
Quando Deus nos chama, ou nos escolhe é para fazer algo, é para que O obedeçamos. Deus tem um propósito em tudo o que faz.
Obedecer a Deus não é dizer eu fiz assim porque me parecia melhor. Se não executarmos as ordens de Deus como devem ser feitas, as horas de oração, leitura da bíblia, obras sociais, visitas aos desviados, cânticos de louvor... não servem de nada.
Deus busca filhos obedientes não bons negociadores.
Obedecer ainda é melhor.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
O Diluvio
A história de Arca de Noé, de acordo com os capítulos 6 a 9 do livro do Gênesis, começa com Deus observando o mau comportamento da Humanidade e decidido a inundar a terra e destruir toda vida. Porém, Deus encontrou um bom homem, Noé, "um virtuoso homem, inocente entre o povo de seu tempo", e decidiu que este iria preceder uma nova linhagem do homem. Deus disse a Noé para fazer uma arca e levar com ele a esposa e seus filhos Shem, Ham e Japheth, e suas esposas. E, de todas as espécies de seres vivos existentes então, levar para a arca dois exemplares, macho e fêmea. A fim de fornecer seu sustento, disse para trazer e armazenar alimentos.
Obra O Dilúvio, Capela Sistina, de Michelangelo Buonarroti.
Noé, sua família e os animais entraram na arca e "no mesmo dia foram quebrados todos os fundamentos da grande profundidade e as janelas do céu foram abertas, e a chuva caiu sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites". A inundação cobriu mesmo as mais altas montanhas por mais de seis metros (20 pés), e todas as criaturas morreram; apenas Noé e aqueles que com ele estavam sobre a arca ficaram vivos. A história do Dilúvio é considerada por vários estudiosos modernos como um sistema de dois contos ligeiramente diferentes, entrelaçados, daí a aparente incerteza quanto à duração da inundação (quarenta ou cento e cinquenta dias) e o número de animais colocados a bordo da arca (dois de cada espécie, ou sete pares de alguns tipos) .
Eventualmente, a arca veio a descansar sobre o Monte Ararat. As águas começaram a diminuir e os topos das montanhas emergiram. Noé enviou um corvo, que "voou de um lado a outro até que as águas recuaram a partir da terra". Em seguida, Noé enviou uma pomba, mas ela retornou à arca sem ter encontrado nenhum lugar para pousar. Depois de mais sete dias, Noé novamente enviou a pomba e ela voltou com uma folha de oliva no seu bico e então ele soube que as águas tinham abrandado.
Noé esperou mais sete dias e enviou a pomba mais uma vez, e desta vez ela não retornou. Em seguida, ele e sua família e todos os animais saíram da arca e Noé fez um sacrifício a Deus, e Deus resolveu que nunca mais lançaria maldição à terra por causa do homem, nem iria destruí-la novamente dessa maneira.
A fim de se lembrar dessa promessa, Deus colocou o Arco da Aliança nas nuvens, dizendo: "Sempre que houver nuvens sobre a terra e o arco aparecer nas nuvens, eu me lembrarei da eterna aliança entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies sobre a terra".
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